Receber indicação de cirurgia na glândula parótida pode causar apreensão.
Mas entender o que será feito, os cuidados necessários e os possíveis riscos ajuda a enfrentar o processo com mais tranquilidade e confiança.
O que é a cirurgia da parótida?
É o procedimento indicado para retirar um nódulo ou lesão localizada na glândula parótida — a maior das glândulas salivares, localizada entre a mandíbula e o ouvido.
A cirurgia pode ser parcial (retirando apenas parte da glândula) ou total, dependendo do tamanho, tipo e localização do nódulo.
Quais os principais riscos?Como toda cirurgia, existem riscos, mas quando feita por uma equipe experiente, é um procedimento seguro.
Os principais riscos incluem:
• Alterações temporárias na sensibilidade da pele próxima à orelha
• Fraqueza facial transitória, principalmente em cirurgias mais profundas
• Acúmulo de saliva ou líquido (seroma) no pós-operatório
• Cicatriz, geralmente discreta e bem posicionada
📌 Importante: o nervo facial passa dentro da glândula, por isso a técnica cirúrgica exige precisão e cuidado.
Como é a recuperação?
Nos primeiros dias é comum ter:
• Inchaço leve
• Sensação de dormência ou formigamento na região operada
• Pequenos roxos próximos à orelha
• Presença de dreno por alguns dias
Cuidados recomendados:
• Evitar esforço físico por 7 a 10 dias
• Dormir com a cabeça levemente elevada
• Manter o curativo seco
• Observar sinais como febre, vermelhidão ou secreção
A cicatriz tende a evoluir muito bem, especialmente com os cuidados orientados no pós-operatório.
Quando é necessário operar?
A cirurgia da parótida é indicada em casos de:
• Tumores benignos e malignos
• Dúvida diagnóstica (suspeita de tumor maligno)
• Sialolitiase
Se você recebeu indicação para operar a glândula parótida, converse com um cirurgião de cabeça e pescoço com experiência nesse tipo de procedimento. Com orientação clara e cuidado especializado, o processo pode ser mais leve do que você imagina.





